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OTORRINOLARINGOLOGIA PEDIÁTRICA

A Otorrinolaringologia pediátrica ou otorrinopediatria é uma área da medicina que se preocupa com a assistência, pesquisa e ensino relacionados ao cuidado das crianças e adolescentes com problemas de ouvido, nariz, garganta, laringe, cabeça e pescoço.

O Otorrinolaringologista Pediátrico está capacitado a realizar os procedimentos cirúrgicos mais frequentes na otorrinolaringologia e aqueles específicos dos pacientes pediátricos. A consulta e atendimento ao público pediátrico consiste em uma anamnese e exame físico especialmente desenvolvidos para as crianças, com equipamentos adequados para avaliação desde recém-nascidos até adolescentes.

 

A equipe de Otorrinolaringologia Pediátrica do Hospital Mater Dei Contorno é constituída por cinco otorrinolaringologistas, capacitados para o atendimento clínico e cirúrgico dos pacientes pediátricos e cuidar, em sua integridade, das afecções de ouvido, nariz, garganta, laringe e vias aéreas.

 

O ambulatório da otorrinopediatria apresenta linhas de cuidados direcionadas para o atendimento integrado da criança: criança com problemas auditivos, amígdala e adenoide, ronco e apnéia, com problemas de vias aéreas, traqueostomizadas, malformação craniofacial e crianças sindrômicas.

PERDA AUDITIVA NA INFÂNCIA

A AUDIÇÃO É O PRINCIPAL ELO QUE UNE A CRIANÇA A SUA MÃE, uma vez que o ouvido começa a funcionar na vigésima semana de gestação. O desenvolvimento da linguagem oral e da fala, principal forma de comunicação entre os seres humanos, se desenvolverá na dependência de uma adequada função auditiva.

A cada 1000 nascimentos, pelo menos um recém-nascido nasce com problema auditivo e, até o final da infância, 3 crianças desenvolverão perda auditiva com necessidade de tratamento.

SURDEZ

A perda auditiva severa ou profunda, quando ocorre ao nascimento, impossibilita o desenvolvimento da linguagem oral. O diagnóstico precoce da perda auditiva tem como objetivo permitir um tratamento imediato e adequado, potencializando o desenvolvimento linguístico e cognitivo da criança comparável ao de uma criança sem problema da audição.

CAUSAS DA SURDEZ

As principais causas de surdez em nosso meio se devem a infecção congênita (citomegalovirose) ou são causadas por problemas genéticos. Outras causas infecciosas também podem causar surdez ao nascimento ou durante a infância (meningite, sífilis, toxoplasmose, rubéola).

INDICADORES DE RISCO PARA PERDA AUDITIVA

As principais causas de surdez em nosso meio se devem a infecção congênita (citomegalovirose) ou são causadas por problemas genéticos. Outras causas infecciosas também podem causar surdez ao nascimento ou durante a infância (meningite, sífilis, toxoplasmose, rubéola).

Indicadores de Risco para Deficiência Auditiva (IRDA)

  • História de perda auditiva familiar e consanguinidade

  • Permanência em UTI por mais de 5 dias

  • Ventilação mecânica, drogas otótoxicas, hiperbilirrubinemia, hipóxia pré-natal

  • Peso inferior a 1.500g

  • Prematuridade

  • Infecções congênitas

  • Anomalias craniofaciais

  • Síndromes genéticas que usualmente expressam deficiência auditiva

  • Infecções bacterianas ou virais pós-natais

  • Traumatismo craniano

  • Preocupação dos pais com desenvolvimento linguístico da criança

TRIAGEM AUDITIVA

A Triagem Auditiva Neonatal Universal ("Teste da orelhinha”) foi instituída no Brasil com a lei 12.303 em 02 de agosto de 2010 e consiste na realização de testes auditivos em pelo menos 95% dos recém-nascidos.

O Teste da Orelhinha tem como principal objetivo detectar recém-nascidos com alta probabilidade de ter perda auditiva congênita. É realizada através da emissão eletroacústica ou exames eletrofisiológicos da audição. O exame é indolor, realizado em sono natural ou durante a mamada. Recomenda-se a sua realização nos primeiros 30 dias de vida.

EXAMES PARA AVALIAR A AUDIÇÃO

A criança que apresenta o teste da orelhinha alterado, deverá ser encaminhada para um otorrinolaringologista para iniciar o processo de diagnóstico.

O diagnóstico da perda auditiva na infância consiste em uma avaliação multidisciplinar com exame clínico, exames da audição e, em alguns casos, exames de imagem. Tem como objetivo definir o tipo de perda auditiva, a intensidade e a lateralidade. O ideal é que esse processo seja concluído até o 30 mês de vida da criança.

PERDA AUDITIVA SENSORIONEURAL

A perda auditiva sensorioneural (permanente) pode afetar de 1 a 3 por 1000 recém-nascidos sem fatores de risco para perda auditiva. Nessa situação, a cóclea ou o nervo auditivo apresentam alterações do seu funcionamento. O diagnóstico audiológico infantil apresenta-se como uma ferramenta fundamental para a detecção precoce das perdas auditivas sensorioneurais nas crianças, possibilitando o início terapêutico em tempo adequado.

PERDA AUDITIVA DEVIDO A PROBLEMAS DE CONDUÇÃO DO SOM

Além das perdas neurossensoriais (permanentes), deve-se ficar atento as perdas auditivas por problemas de condução (transitórias ou recorrentes) nos primeiros anos de vida. As principais causas são problemas na função do tímpano ou dos ossículos. Elas estão relacionadas como o comprometimento da habilidade do processamento dos sons, podendo interferir no desenvolvimento da fala e linguagem da criança. Além disso, os recém-nascidos que apresentam otite média serosa são mais propensos ao desenvolvimento de otite média de repetição no primeiro ano de vida. É fundamental o acompanhamento otorrinolaringológico, por pelo menos um ano, dos recém-nascidos que falham na triagem auditiva por comprometimento condutivo.

MALFORMAÇÃO DA ORELHA

As crianças com alterações do formato da orelha ou que nascem com outras malformações, que também podem envolver outras áreas da face ou pescoço, merecem avaliação e acompanhamento multidisciplinar desde os primeiros dias de vida.

TOMOGRAFIA E RESSONANCIA DO OUVIDO

A avaliação da estrutura do osso temporal, da cóclea e do nervo auditivo, através da tomografia ou ressonância, auxilia o diagnóstico e planejamento do tratamento das crianças que nascem com problemas auditivos.  O estudo dessas imagens pode não ser necessário para todas as crianças.

EXAMES DE SANGUE E EXAMES GENÉTICOS PARA A SURDEZ

Os exames sorológicos e os painéis genéticos para identificar as mutações relacionadas com as diferentes formas de perda auditiva podem ser necessários para o diagnóstico da causa e para o planejamento terapêutico.

PRÓTESE AUDITIVA

A próxima etapa, após o diagnóstico, será a instituição do tratamento com protetização auditiva dessas crianças, preferencialmente até o sexto mês de vida. O acompanhamento otorrinolaringológico e fonoaudiológico é fundamental para analisar a resposta ao tratamento.

PRÓTESE AUDITIVA ANCORADA NO OSSO

Crianças com malformação da orelha, associadas ou não a outras alterações craniofaciais, podem se beneficiar de equipamentos auditivos cirurgicamente implantados no osso temporal.

IMPLANTE COCLEAR

As crianças com perda auditiva severa ou profunda desenvolverão a linguagem oral se forem diagnosticadas em tempo oportuno e podem se beneficiar do implante coclear.

O processo de reabilitação da audição, antes e depois da cirurgia do implante coclear, também envolve a participação de outros profissionais, tais como o fonoaudiólogo.

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